BOTA DE OURO

BdO - ao pé da bola. não direi exclusivamente. digo antes: inclusivamente.




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Morada definitiva

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Nova Morada

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este blog está temporariamente num novo endereço. Em botadeouro.awardspace.com . Em breve voltarei para deixar aqui a morada definitiva. Obrigado pelas visitas e pela... compreensão


Roubo

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"subtração de coisa alheia móvel, para si ou para outrém"


Michaël Ballack

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Está confirmado, por 4 épocas, o primeiro reforço do Chelsea 2006/2007. O perfil do novo "blue" pode ser conferido no site pessoal do jogador. O rapaz lembra que ganhou o primeiro dinheirinho a juntar papel velho e garrafas vazias. O último livro que leu: autobiografia de Robbie Williams. O último filme: King Kong. Para lá do futebol, tem no golf o desporto favorito. Foi três vezes o jogador do ano na Alemanha. Deixa o Bayern a custo zero.
Tanto no clube como na selecção, joga com o número 13 na camisola. Nasceu na antiga RDA a 26 de Junho de 1976.


Benfica - Barcelona

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Ainda o embate mais importante do Benfica europeu da última década.
A propósito das faltas dos deputados.

Em trânsito e na rádio, ouvi há cerca de duas horas, um deputado, que não cheguei a identificar, dizer: "em dias especiais, como por exemplo no dia do Benfica/Barcelona, não deve haver votações na Assembleia da República". Só tive tempo de travar e respirar fundo. Chegou a isto, a nossa democracia, em vésperas dos 32 anos de ABRIL.
103 deputados faltaram às votações. 79 assinaram o livro de presenças e ... faltaram. Entre eles: Jorge Coelho, Afonso Candal, Manuel Maria Carrilho, Manuel Alegre, José Lamego, Pina Moura, António Vitorino, Zita seabra, Miguel Macedo, Pedro Duarte e ovice-presidente da AR, Guilherme Silva. E ainda Paulo Portas e Pires de Lima. Mais os PCP´s Francisco Lopes e Luísa Mesquita. Mais a BE Alda Macedo.
Marques Mendes faltou o dia todo. Duarte Lima e Fernando Negrão, entre outros, também. E José Junqueiro, José Lello, Matilde Sousa Franco...

Há provérbios na língua portuguesa muio adequados a esta chamada de atenção.


Um forte aplauso...

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...para o homem que recusa 4 milhões de euros para reunir os Smiths; para o homem que não toca ao vivo no Canadá em protesto contra o massacre de 325 mil focas bebés; para o homem que canta assim:
Irish Blood, English Heart
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Irish blood, English heart, This I'm made of/There is no one on earth I'm afraid of/And no regime can buy or sell me/I've been dreaming of a time whenTo be English is not to be baneful/To be standing by the flag not feeling shameful, Racist or partial/Irish blood, English heart, This I'm made of/There is no one on earth I'm afraid of/And I will die with both of my hands untied/I've been dreaming of a time when/The English are sick to death of Labour, And Tories/And spit upon the name Oliver Cromwell/And denounce this royal line that still salute him,/And will salute him forever.


Massive Attack

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live with me - vá sem medo de ir ao play. Um dos melhores registos de sempre. Ideal para repetir num fim-de-semana alargado.

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iNSPIRA. eXPIRA.

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Oxigénio está NO AR . Pena só haver em Lisboa. No resto do mundo, só na net. É entrar e clicar no rádio da prateleira de cima, ao lado do pino de bowling. Tem obrigatoriamente link destacado aqui em Bota de Ouro. Na respectiva secção à direita. Pare, escute e ouça.



Palavras há em que elas e o significado delas são coisa única, indivisível, sem qualquer outra hipótese de sentido. Todo este entretanto é para não começar o texto com nojo. Porque nojo é a palavra mais óbvia para colocar em primeiro lugar, na primeira linha, de um texto que era mais fácil não escrever. Ou pensar nele.
Escrevo com pesar sobre três actividades que respiro: jornalismo, futebol e blogosfera. Há formas e formas de cozinhar estes ingredientes. A pior de todas, a mais cobarde, sai tantas vezes dos tempos livres de jornalistas. Que não identifico, porque não se identificam. São anónimos. Que começam um blog como quem começa uma guerra, que escrevem um texto como quem faz um ditado, que fazem uma notícia como quem faz um broche. E são anónimos em colunas (calúnias) de jornal e se lá não podem ir mais longe, ficam mesmo por ali. Ao lado. À distância do Blogger. Porque assim é mais à margem da lei. Como convém a estes escritores de ditados. A esta gente de plástico.
O que até agora tem saído dissimulado na imprensa, está agora a ganhar corpo à boleia do mundo blogue. Com todos os pontos nos is. Mas sem uma ponta de prova. É a transferência que todos sabem que nunca se vai concretizar, mas que interessa divulgar, para valorizar empresários e jogadores; é um dirigente a conversar ao ouvido de um escriba que logo lhe fica na mão, ou lambe o pé; O diz-que-diz, o que foi, quem fez. Tudo apalavrado. Sem assinatura, quanto mais notário.
O nojo é também uma palavra para voltar a trazer aqui. Perto do fim. Os escritores de ditados, jornalistas de profissão, escondidos num qualquer username têm um perfil simples: apoderam-se da verdade, sabem mais que outros, sabem o que mais ninguém sabe, ouvem o que mais ninguém ouviu. Não se dão ao trabalho de confirmar uma conversa escutada de raspão. E eufóricos, embrulham tudo isto em ... primeira mão. Talvez seja a da punheta. Remato, porque em português nos entendemos.

António Reis, Porto, 13 de Abril de 2006


Piadinha oportuna

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O adeptos do Futebol Clube do Porto também já não querem a Co-incineração.


Símbolo

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O espaço disponível na manga esquerda está reservado exclusivamente.


Sumaríssimo

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Está aqui. Para RQ, é proposta uma suspensão de 2 dois jogos + multa de mil e novecentos euros.


Portugal cada vez mais Brasil

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E não estou a falar de futebol. Refiro o custo do aluguer de certas casas no Algarve. Com uma diária de 400 euros. Diária. Um valor superior ao salário mínimo nacional. Portugal cada vez mais Brasil.


Factor de Proteção 5

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O sol é de primavera e mesmo sabendo de antemão que todos os cuidados são poucos, este factor de proteção, cinco, sublinhe-se, excluiu à partida qualquer possibilidade de queimadura. O Porto vai ser campeão... a não ser que morra na praia. Eu não acredito.


Amadurecer uma ideia verde

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More than this

I could feel at the time
There was no way of knowing
Fallen leaves in the night
Who can say where they´re blowing
As free as the wind
And hopefully learning
Why the sea on the tide
Has no way of turning
brian ferry


Justeza

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Falemos de justeza, porque justiça, em Portugal, é coisa que não vejo.
À justa, o Porto venceu o Sporting sem ter sido, no meu entender, um justo vencedor. Porquê? Justamente por causa disto: o juiz passou muito cartão ao jogo. E de tão atento que estava, pagou o justo pelo pecador. Numa cena tipo-far-west: ainda tonel está no chão, já quaresma guardou a arma no coldre. Consciente da fortuna que tem em campo, adriaanse faz um depósito em numerário no banco. Toda a gente a gente vê. Menos o juiz. Tão atento que estava a passar cartão ao jogo. Houve justeza. Porque justiça, naquela noite... só mesmo com um cheque em branco para cada lado.


Ao pé da Bola,

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não direi exclusivamente. Digo antes: inclusivamente.


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